Passam os anos por mim
Passam e não os guardo
Passam e não os tenho
Passam e não os sinto
Sinto apenas que estou mais vivo
Sinto apenas que tenho mais experiências
Sinto apenas que guardo mais momentos
E em cada dia de aniversário
consigo ser um tanto
ou quanto?
feliz!
Porque me basta passar pelos anos
Porque me basta guardar os momentos
Porque me basta ter mais experiência
Porque me basta conhecer a vida
assim...
feliz!
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Vagueias
Nas folhas do tempo
Recordas
Lágrimas de escuridão
Se vestes
O corpo de lamento
Despe a alma de cinzento
Embeleza o teu coração!
Escreve
Não ignores o verbo sonhar
Voa
Salta
Respira
É na vida que te deves encontrar.
Há um tempo que te espera
Na esquina do teu viver
Recorta o branco que te elimina
Vai à procura do que te anima
Destrói o verbo sofrer
Ouve
Mas não te canses
Mesmo que o sorriso não venha agora
Canta mesmo sem voz
Vê que a vida somos nós
Este tempo é a tua HORA!
Nas folhas do tempo
Recordas
Lágrimas de escuridão
Se vestes
O corpo de lamento
Despe a alma de cinzento
Embeleza o teu coração!
Escreve
Não ignores o verbo sonhar
Voa
Salta
Respira
É na vida que te deves encontrar.
Há um tempo que te espera
Na esquina do teu viver
Recorta o branco que te elimina
Vai à procura do que te anima
Destrói o verbo sofrer
Ouve
Mas não te canses
Mesmo que o sorriso não venha agora
Canta mesmo sem voz
Vê que a vida somos nós
Este tempo é a tua HORA!
domingo, 11 de abril de 2010
Quero as mãos do teu veludo
À volta do meu sentir
Desejo que o nada se transforme em tudo
Para que possa voltar a sorrir
Traz-me o sol que não brilhou
Quando a madrugada escondeu a lua
Ondula o teu sorriso nos meus lábios
Reinventa a alegria que era só tua
E se não voltares ao meu viver
Nesta manhã sem alegria
Devolve-me, ao menos, a minha paz
E veste-a com a tua magia.
À volta do meu sentir
Desejo que o nada se transforme em tudo
Para que possa voltar a sorrir
Traz-me o sol que não brilhou
Quando a madrugada escondeu a lua
Ondula o teu sorriso nos meus lábios
Reinventa a alegria que era só tua
E se não voltares ao meu viver
Nesta manhã sem alegria
Devolve-me, ao menos, a minha paz
E veste-a com a tua magia.
Veste-se de negro, mergulha na ausência,
traz sonhos envoltos em mágoas, em mentes quebradas,
em rios parados, em mundos desfeitos, em doses de nadas.
Não se manifesta pela voz nem pelo brilho,
mas de mão dada com a noite vela-nos o riso,
quebra-nos o mar que para nós construimos!
Afastamo-la delicadamente e ela regressa,
não se submete, invade-nos,
não se compromete, cega-nos.
Não se veste de cor, ausenta-se,
não conhece o amor, fundamenta-se.
E se à noite na leitura a afastamos da razão,
vira-nos as páginas,
toca-nos nos dedos,
humedece-nos os olhos …
traz sonhos envoltos em mágoas, em mentes quebradas,
em rios parados, em mundos desfeitos, em doses de nadas.
Não se manifesta pela voz nem pelo brilho,
mas de mão dada com a noite vela-nos o riso,
quebra-nos o mar que para nós construimos!
Afastamo-la delicadamente e ela regressa,
não se submete, invade-nos,
não se compromete, cega-nos.
Não se veste de cor, ausenta-se,
não conhece o amor, fundamenta-se.
E se à noite na leitura a afastamos da razão,
vira-nos as páginas,
toca-nos nos dedos,
humedece-nos os olhos …
é a solidão!
Não te alimentes de amargura
Não te canses de existir
Faz da tua vida uma procura
Conta comigo para a descobrir
Não deixes de pintar
A vida com tranquilidade
Se não encontrares as cores
Pinta-a com amizade
Não deixes de ter brilho
Nos olhos e no andar
Se só encontrares escuridão
Há um amigo para te orientar
Não deixes de sorrir
Mesmo com lágrimas de solidão
Porque há sempre um amigo
Dentro do teu coração
Não deixes de pensar
Mesmo que o pensamento seja em vão
Porque na voz desse pensamento
Há sempre uma razão
Não deixes de procurar
Mesmo que não saibas o caminho
Se não conseguires encontrar
Não desistas, não estás sozinho!
sábado, 10 de abril de 2010
Há um mar que me envolve
E uma árvore
Que me dá raiz
Das ondas
Faço a minha música
Das folhas
O meu sentir
Na areia
Encontro a vida
Com os troncos
Reaprendo a rir
Com o azul
Vem esta dança
Da seiva
Retiro a esperança
Que me faz caminhar
Transformo a natureza agora
Mas antes que morra a hora
Lanço a minha árvore
Ao mar!
Alpiarça
11.04.2010
00h02
E uma árvore
Que me dá raiz
Das ondas
Faço a minha música
Das folhas
O meu sentir
Na areia
Encontro a vida
Com os troncos
Reaprendo a rir
Com o azul
Vem esta dança
Da seiva
Retiro a esperança
Que me faz caminhar
Transformo a natureza agora
Mas antes que morra a hora
Lanço a minha árvore
Ao mar!
Alpiarça
11.04.2010
00h02
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